Atividades para imprimir de caligrafia

Todos nós, ou a maioria, se orgulha da forma como a própria escrita é vista no papel. Admirar a própria caligrafia significa observar como toda a nossa construção acadêmica foi assinada ao longo dos anos. Somos hoje o que cultivamos no passado distante e recente, de maneira a moldar a forma como pensamos e, claro, escrevemos. Com isso, desenvolver atividades de caligrafia em sala logo nos primeiros anos da criança se mostra vital. Isso porque a mesma aprende a aprimorar a forma como suas ideias são colocadas no papel. Talvez ela não possa ainda sentir orgulho da própria letra, mas isso não se direciona à ideia em si. É nesse ponto que se estabelece a relação de aperfeiçoamento e crescimento. Se guardássemos nossos cadernos de cada ano escolar, poderíamos notar o quanto nossa caligrafia melhorou com o tempo. Isso se dá por conta das experiências e direcionamentos que tivemos nos anos anteriores. Além de nós mesmos, os professores, pais e a própria sociedade ajudaram a fazer essa construção física de nossas ideias.

Dessa forma, implementar atividades de caligrafia logo cedo permite ao aluno fazer projeções. Ele se sentirá mais livre a fazer e produzir porque sente que é correspondido por ele mesmo visualmente. Se a forma da letra A não está como queria, pode aprender a moldá-la da forma que almeja. Nesse ponto, presenciamos a ideia de construção da identidade. Sem contar que muitas crianças admiram a letra dos próprios professores ao verem suas atividades corrigidas e observadas por eles. Nesse ponto, aqueles pequenos traços se tornam inspirações para que se desenvolvam as suas caligrafias também. As atividades se tornam pluralizadas. Ao mesmo tempo em que aprendem a verem uma letra e ouvirem seu som, sabem como projetá-la no papel. Sendo assim, o uso de atividades de caligrafia em sala deve ser bem escolhido, dinamizado e bastante convidativo. Ainda que se trate de um exercício, o conhecimento adquirido de forma prazerosa é melhor recebido.

Atividades de Matemática 2° ano para imprimir

Gradualmente, a criança vai se afastando da sua vivência mais lúdica à medida em que passa de ano. No segundo ano, a mesma já encontra desafios maiores aos quais não existiam no primeiro. Isso porque tudo visa fomentar e moldar cada informação numérica que recebeu nos últimos tempos. Sem contar que ela está nessa turma por mérito. As atividades de Matemática do 2° ano são construídas para se adequarem à rotina mental desses jovens. Os mesmos estão absorvendo informações novas muito rápido e precisam de um padrão para filtrarem tudo. Assim que se direciona um plano de aula bem feito, tudo se encaixa: a brincadeira, as necessidades e o destino. Podemos notar que essas atividades oscilam entre a vivência mais branda dos pequenos com o que vem a seguir. Nessa fase, eles aprendem a lidar melhor com o conceito de responsabilidade, de modo a perceberem suas falhas. Não que isso tenha um viés punitivo, nada disso. Contudo, eles entenderão que errarão, mas que precisam tentar novamente.

Assim que chegam em casa, os pais devem procurar descobrir como anda seu percurso. A aliança promovida entre a escola e os responsáveis possibilita que os estudantes entendam o valor do ganho. Quando acertam, entendem que ganharam algo para si, assim como erram e aprendem outras lições. Dessa forma, reunimos em um quadro atividades de Matemática do 2° ano para trabalhar melhor os pequenos. A todo o momento, é preciso empenhar o entusiasmo, de forma a não deixar que esmoreçam. Temer algo novo é normal, mas aprender a superar o medo é revigorante. Nas atividades abaixo, a Matemática é mostrada de forma simplista, ainda que convidativa. Ao invés de se entregarem à conclusão dada pelos outros, a criança descobrirá por si só o prazer nos números. Nesse estágio, também descobrirá o início de sua independência e de como é bom entender o mundo que a cerca.

Atividades de Matemática 1° ano para imprimir

Muitos nem se recordam, mas aprender a mágica envolvendo os números começa logo cedo, antes da escola. A princípio, tudo parece brincadeira, de modo que a comemoração dos pais corrobore com isso. Contudo, quando uma criança já cresce envolta dos números de forma orgânica, a sua aptidão natural acaba sendo melhor trabalhada. Anterior à sua presença na escola, os pais já devem alimentar as regras básicas dentro de casa com exemplos rotineiros. Na hora das refeições, por exemplo, não é ruim instigar a curiosidade da criança a respeito da divisão. O que acontece se uma maçã é dividida ao meio e em seguida essas metades se tornam outras metades? No 1° ano no colégio, os pequenos ainda estão carregados pela verve do brincar e querer ludicamente. Assim como na alfabetização, é possível fornecer exemplos simplistas, que apelem ao visual enquanto alimentam suas mentes. As atividades de colorir, por exemplo. Enquanto brincam, os pequenos podem resolver equações básicas para começar a sua construção social.

Sem contar as atividades interativas de classe, onde as crianças promovem interação e agregamento enquanto estão aprendendo. Na sala é possível fazer decorações que, além de animar o ambiente, apoia a construção psíquica do aluno. Um bom exemplo são as figuras de animais que contém números e símbolos matemáticos para colorir. Observando tudo isso, é preciso se valer de ferramentas que ajudem essas crianças a serem integradas na Matemática de forma natural. Isso porque é comum que cresçam ouvindo o quanto a matéria em si é ruim por ser difícil. Tais comentários são resultados de experiências pouco bem trabalhadas no passado. Aos poucos, as atividades de Matemática devem ser mostradas como as chaves para entender melhor parte do mundo. Cada conquista do aluno deve ser comemorada, assim como cada derrota deve ser consolada com insistência. Não basta apenas ler para transmitir: é preciso viver para ensinar. Tente instigá-las com as atividades mostradas abaixo, já que são um excelente começo: